"Muitos livros foram escritos sobre bruxaria(...). Embora seus autores soubessem que bruxas existissem, nenhum deles consultou uma bruxa sobre suas visões a respeito da bruxaria. Afinal, a opinião de uma bruxa deveria ter algum valor, mesmo se não se encaixasse nas opiniões preconcebidas(...). Sou antropólogo e é consenso que o trabalho de um antropólogo é investigar o que as pessoas fazem e em que acreditam, e não o que outras pessoas dizem que elas fazem ou acreditam."(Gardner, 2003, p.21-22 em: A Bruxaria Hoje)
"A Bruxaria Moderna é um fato. Ela não é mais uma relíquia subterrânea da qual a camada restante, e até mesmo a própria existência, é acirradamente disputada pelos antropologistas. Ela não é mais o passatempo bizarro de um punhado de excêntricos. Ela é a prática religiosa ativa de um número substancial de pessoas." (Farrar, 1985, p. 2 em: A Bíblia da Feitiçaria)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Livro ajuda polícia a solucionar crimes supostamente ligados à "magia negra" e "satanismo" sem ofender praticantes de bruxaria.

Na América do Norte o combate à intolerância religiosa contra Pagãos é muito forte. Uma das iniciativas surgiu de um policial canadense que também é Pagão.
O canadense Charles Ennis, sob o nome pagão de Kerr Cuhulain, policial veterano e Wiccaniano escreveu um manual que ajuda autoridades policiais a lidarem com os casos de crimes envolvendo "magia negra", bruxaria, feitiçaria, satanismo e outros, sem ofender os praticantes da bruxaria ou interpretar erroneamente esses casos. O Guia Wiccano para Autoridades Policiais (tradução livre do original em Inglês: The Law Enforcement Guide to Wicca) está na quarta edição. Ele oferece uma definição clara e concisa do que a Wicca e não é. Os recurssos materiais incluem um glosário de termos Wiccanos, vários alfabetos mágicos e rúnicos, uma extensa bibliografia e um estudo de caso de um crime em questão (incluindo a solução) O Guia Wiccano para autoidades Policiais é utilizado como uma ferramenta educacional por polícias locais e instituições correcionais.
O autor
Charles Enner foi policial por mais de 20 anos e é Wiccano há mais de trinta. É ex oficial da Força Aérea e atuou em equipes da SWAT , combate a Gangues e negociações de reféns. Mais conhecido pela comunidade pagã como Kerr Cuhulain, Enner foi o primeiro oficial de polícia wiccano a declarar publicamente sua crença há 28 anos atrás. Passou a investigar crimes de ódio contra pagãos, a partir de 1986, de onde tirou sua experiência para escrever seu livro. Atualmente ele dirige uma associação beneficente sem fins lucrativos voltado para bombeiros, policiais e socorristas pagãos e suas famílias. Atualmente vive em Surrey, na Colúmbia Britânica.
Fonte:

2 comentários:

Morgana das Fadas disse...

olha só... bem util =O

Rafael Nolêto disse...

Bom saber que há obras como essa, bem escrarecedora para leigos que desejam conhecer melhor essa realidade neo-pagã.